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sábado, 12 de junho de 2010

Essa observação pode explicar a diversidade de expressão na conhecida passagem do profeta Miquéias: praticar a justiça e amar a misericórdia. A formação do coração do homem deve incliná-la para a humanidade e benevolência. Deve amar a misericórdia, caso contrário, não agirá com, misericórdia em nenhum modo estabelecido de comportamento. Sendo que a consideração de futuras sanções da religião é a nossa única garantia de perseverança em nosso dever em casos de grandes tentações, então formar o coração e o temperamento para amar e gostar do que é bom é algo absolutamente necessário para nos comportarmos corretamente no convívio diário com a família e a humanidade.

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