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domingo, 13 de junho de 2010

Certa manhã, os operários se achavam comovido sobre o poderoso culto da noite anterior, ocorrido no prédio da escola pública. Não muito depois de começar o ruído das máquinas, o pregador, um rapaz alto e atlético, entrou na fábrica. O poder do Espírito Santo ainda permanecia sobre ele; os operários, ao vê-lo, sentiram a culpa de seus pecados a ponto de terem de se esforçar para poderem continuar a trabalhar. Ao passar perto de duas moças que trabalhavam juntas, uma delas, no ato de emendar um fio, foi tomada de tão forte convicção, que caiu em terra, chorando. Segundos depois, quase todos em redor tinham lágriams nos olhos e, em poucos minutos, o avivamento encheu todas as dependências da fábrica. (Hérois da Fé - Carlos Finney - Pág. 111 - 112)

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