É por isso que as velhas religiões e as antigas escrituras mostravam uma sabedoria tão sagaz quando falavam, não do dever de cada um para com a humanidade, mas do dever de cada um para com o próximo. O dever para com a humanidade pode assumir a forma de alguma escolha que é pessoal ou até mesmo agradável. O dever pode ser um hobby, pode ser uma diversão. Podemos trabalhar no East End, a parte pobre de Londres (ou em qualquer lugar onde há privações e perigos neste mundo), por estarmos especialmente talhados para trabalhar lá, ou porque gostamos de brigar. O mais monstruoso martírio, a experiência mais repulsiva pode ser o resultado de uma escolha, ou uma espécie de gosto. Talvez sejamos feitos de tal modo que temos predileção especial pelos lunáticos ou interesse especial pelos leprosos...
Mas temos de amar o próximo porque ele está presente - uma razão muito mais alarmante para uma atuação muito mais séria. Ele é amostra de humanidade que de fato nos é dada.
Este blog tem como objetivo expressar pensamentos, idéias e outras coisas mais - Mt 13:44
Quem sou eu
Seguidores
Arquivo do blog
- fevereiro 2013 (1)
- agosto 2012 (1)
- junho 2012 (1)
- abril 2012 (1)
- fevereiro 2012 (1)
- janeiro 2012 (2)
- dezembro 2011 (1)
- novembro 2011 (1)
- outubro 2011 (1)
- setembro 2011 (1)
- agosto 2011 (1)
- julho 2011 (1)
- março 2011 (1)
- fevereiro 2011 (1)
- janeiro 2011 (3)
- novembro 2010 (1)
- outubro 2010 (3)
- setembro 2010 (1)
- agosto 2010 (6)
- julho 2010 (3)
- junho 2010 (5)
- maio 2010 (2)
- abril 2010 (4)
- março 2010 (7)
- fevereiro 2010 (8)

Nenhum comentário:
Postar um comentário