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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Donne atribui a esse processo a mudança de atitude em relação aos médicos. Antes, quando exminavam seu corpo em busca de novos sintomas e discutiam suas descobertas aos sussurros fora do quarto, não podia deixar de sentir medo. Depois, vendo a preocupação compassiva deles, achou que mereciam sua confiança, mesmo que os tratamentos causassem dor. O mesmo raciocínio aplica-se a Deus. Embora na maioria das vezes não entedamos seus métodos e motivações, a questão que subjaz é se Deus é um "médico" digno de confiança. Donne acredita que sim.
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"Seja qual for a fé e sejam quais forem as respostas que ela possa dar a quem quer que seja, cada resposta confere à existência finita do homem um significado infinito, um significado que não pode ser destruído pelo sofrimento, pelas privações ou pela morte."

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"Como me deste um arrenpendimento do qual não me arrependo, dá-me, ó Senhor, um temor que eu não precise temer"

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