É interessante observar um estudante, sempre envolvido por livros técnicos que o levarão um dia (Se Deus quiser), a ser um profissional bem sucedido e que ama o que faz. Encarando sua ocupação não como uma profissão, mas como um sacerdócio que exige dele todo o seu empenho e dedicação. Por isso durante o seu preparo, este abre mão muitas vezes de coisas importantes (as saídas em um final de semana com os amigos, idas ao cinema, alguns churrascos, nos quais serviram para jogar converas fora e se distrairem), visando uma recompensa, da qual poderá desfrutar com gozo, pelo resto dos seus dias. As dúvidas que os assolam, são muitas das vezes cruéis;quando algo parece estar dando errado ela sempre surge para testa-lo, não há aquele que um dia não se perguntou: É isso mesmo que eu quero para minha vida?
Durante o preparo são muitas as oportunidades que surgem, a sua visão se abre de uma forma, que ele se pergunta: Porque não pensei nisto antes? Tudo o que um estudante deseja no final de tudo é olhar para trás e ver que valeu a pena os finais de semana estudando, os momentos de dúvidas e choro valeram a pena e que a escolha certa foi feita.
Este blog tem como objetivo expressar pensamentos, idéias e outras coisas mais - Mt 13:44
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terça-feira, 30 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Hoje eu acordei me sentindo só
Me sentindo pó, igual a Jó
Hoje eu acordei me sentindo só
Meu Deus tenha dó de mim
Tô aqui sem saber pra onde ir
Nem tudo tá legal... aqui tá tudo dowm!
Não consigo mais te ouvir
Hoje não tô nada bem
Vejo tudo embaçado,
Tudo nebuloso ao meu redor
Vou fechar meus olhos
Me desligar de tudo pra ouvir tua voz
Me leve pra fora da aldeia
Preciso te sentir outra vez
Por favor, tenha paciência
O caminho é estreito, eu tô na contramão!
Você é a pessoa certa
Vou esvaziar o meu porão
Jogar fora tudo que não é teu!
Nada mais! Só quero te ouvir!
Nada mais! Preciso ouvir tua voz
Não quero mais acordar assim...
Igual a Jó... me sentindo só!
Não quero mais acordar assim...
Não Quero mais acordar assim - Fruto Sagrado
Música dos tempos antigos, me lembro que ficava ouvindo com os meninos da igreja, durante todo acampamento... rsrs... que chegavamos a ser chatos com aquilo, mas não fazíamos de propósito...(todos ficavam irados, pq só ouviamos aquela música, sempre se ouvia alguém dizer: muda essa música aí vai!, tira do repeat... rsrsrs...) ela é sempre será lembrada quando nos reunirmos para lembrar aqueles velhos e bons tempos.... que foram vividos intensamente por nós... Obrigado Deus...
domingo, 14 de março de 2010
Como a vida passa e nem percebemos que estamos vivendo ela?
O que um dia foi desejado realmente com intensidade?
Essa jornada foi realmente prazerosa?
Quais os objetivos dos meus sonhos?
Porque caminhamos isolados muitas vezes, sem procurar companhias que nos fortaleçam,
há sempre alguém disposto a nos ouvir.
Talvez hoje por onde você passar, seja no seu trabalho, faculdade, ou pela rua; haverá alguém te obeservando, notando seus passos, admirado com sua beleza, preocupado com você!
Trilhar um caminho sozinho não é fácil, é preciso uma companhia para que o fardo seja compartilhado, as alegrias compartilhadas, as tristezas e medos sejam desabafados. Com alguém ao lado os desafios talvez não se tornarão mais fáceis, mas, você se tornará mais forte para enfretá-lo. A garantia de uma boa amizade torna as coisas mais simples e mais fáceis de viver!
"Uma boa amizade é uma graça de Deus"
quinta-feira, 11 de março de 2010
Faithful - Brooke Fraser
Impressionante como esta música me toca, fala de coisas que não sei como explicar, algo que é mais forte que eu... que sempre estarão ali quando precisar, ela sempre me lembra de que não devo abandonar o que é essencial para uma vida com Cristo. Que apesar das minhas limitações e dificuldades ele é minha força quando estou fraco... o que transforma o meu lamento em festa... que quando vem o desânimo no caminho estreiro que trilho, ele sempre será o que me cura, me sara, me anima, que está comigo... que viver servindo a Cristo possa ser sempre uma vontade forte do meu ser...
terça-feira, 9 de março de 2010
Nem sempre vão achar você tão popular
Na verdade, muita gente vai te odiar
Vão tentar te roubar, matar e destruir
A luz incomoda muito a escuridão
Os lobos vão tentar sempre te enganar
Mas quem te enviou é muito maior
Ninguém terá poder pra te derrotar
Você foi escolhido, não escolheu,
Pra dar frutos que sejam eternos
Há muito campo para semear
Pouco tempo pra fazer tudo acontecer
Sua missão não será pequena
Sua luta será contra todo mal
Longe da mediocridade
Sem visões humildes do poder de Deus!
Bem aventurado o que resistir até o fim!
Nunca balançar, nunca recuar,
Nunca hesitar na cara do inimigo!
A vida não se tornará um mar de rosas,
Mas a vitória é certa, a vitória é nossa.
Permaneçam em firmes Jesus! Firmes na fé!
Ninguém me encontrará entre os fracos!
Bem aventurado o que resistir até o fim!
Ninguém me encontrará entre os fracos - Fruto Sagrado
sexta-feira, 5 de março de 2010
Deus detrás do arame farpado
Como um soldado nazista encontrou esperança após se tornar teólogo.
Em recente visita à Virgínia, encontrei Jürgen Moltmann, um de meus heróis. Mergulhei em cerca de uma dúzia de livros dele e, para minha surpresa, o teólogo alemão, pessoalmente, transpira charme e senso de humor, os quais não são bem representados em suas obras acadêmicas.
Moltmann planejava uma carreira em física quântica até que, aos 18 anos, no apogeu da Segunda Guerra Mundial, foi convocado. Designado para as baterias antiaéreas, em Hamburgo, viu compatriotas incinerados por bombas lançadas sobre a cidade. Uma pergunta o assombrou: “Por que eu sobrevivi?”.
Após render-se para os britânicos, o jovem soldado passou os três anos seguintes em campos de prisioneiros na Bélgica, Escócia e Inglaterra. Quando o império de Hitler implodiu, expondo a podridão que havia no cerne do Terceiro Reich, Moltmann viu como os outros prisioneiros alemães “desmoronaram internamente, como abandonaram toda esperança, e ficaram doentes, e alguns, em conseqüência disso, chegaram até a morrer”. Quando ele conheceu a verdade sobre os nazistas, sentiu incomensurável pesar em relação à vida, “pesaroso sob o fardo daquela carga sombria da culpa que nunca poderia ser paga”.
Moltmann não tinha formação cristã. Ele levou dois livros consigo para a batalha — poemas de Goethe e obras de Nietzsche —, nenhum destes estimulava muito a esperança. Mas um capelão estado-unidense deu-lhe uma cópia do Novo Testamento e do livro de Salmos, uma edição do exército, autografada pelo presidente Roosevelt, em que o prisioneiro leu: “se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás” (Sl 139.8). Será que Deus poderia estar presente ali naquele lugar sombrio? Enquanto lia, Moltmann encontrou palavras que capturavam perfeitamente seu sentimento de desolação. Ele convenceu-se de que Deus “estava presente mesmo detrás do arame farpado — não, na verdade, principalmente detrás do arame farpado”.
Moltmann também encontrou algo novo no livro de Salmos: esperança. À noite, ao andar ao longo do perímetro da cerca de arame farpado para se exercitar, ele circundava uma pequena colina no centro do campo, onde havia uma barraca, usada como capela. Essa barraca tornou-se, para ele, um símbolo da presença de Deus no meio do sofrimento.
Mais tarde, Moltmann foi transferido para o Campo Norton, um campo educacional na Inglaterra, dirigido pela ACM (Associação Cristã de Moços). A população local recebeu bem os prisioneiros alemães: traziam-lhes comida caseira, ensinavam a doutrina cristã e nunca acrescentavam peso ao sentimento de culpa que tinham por causa das atrocidades nazistas. (Ao ouvir as ternas lembranças de Moltmann daqueles dias — “Eles me tratavam melhor que o exército alemão!” —, não pude deixar de contrastá-las com a baía de Guantánamo e Abu Ghraib, locais em que semeamos o ódio que produzirá, por gerações, frutos amargos).
Moltmann, após sua libertação, começou a elaborar sua teologia da esperança. Existimos em estado de contradição, entre a cruz e a ressurreição. Embora rodeados pela decadência, temos, todavia, esperança de restauração, uma esperança iluminada pelo brilho prévio da ressurreição de Cristo. A fé nesse futuro glorioso pode transformar o presente — exatamente como a esperança do próprio Moltmann de, um dia, ser libertado do campo de prisioneiros transformou sua experiência diária ali.
Moltmann, do começo ao fim de sua densa obra teológica, trata de dois temas: a presença de Deus conosco durante nosso sofrimento e a promessa de um futuro perfeito. Moltmann citou que se Jesus tivesse vivido na Europa, durante o Terceiro Reich, teria sido estigmatizado como outros judeus e enviado para a câmara de gás. Moltmann, em seu livro The Crucified God [O Deus crucificado], explica que em Jesus temos a prova definitiva de que Deus sofre conosco. (Durante a guerra de El Salvador, alguém mandou para Moltmann uma fotografia de um dos seis jesuítas mortos por um pelotão de fuzilamento e, ao lado do corpo, em uma poça de sangue, estava à edição espanhola de O Deus crucificado).
Jesus, ao mesmo tempo, faz-nos saborear esse tempo futuro, quando a terra será restaurada ao desenho original de Deus. A Páscoa é o começo do “riso do redimido... o protesto de Deus contra a morte”. Uma pessoa sem fé pode pressupor, a partir do sofrimento neste planeta, que Deus não é nem todo-bom nem todo-poderoso. A fé nos permite acreditar que Deus também não está satisfeito com este mundo e pretende fazer novas todas as coisas.
Apenas na segunda vinda de Cristo, o Reino de Deus se formará em toda sua plenitude. Nesse meio tempo, fundamos povoados daquele Reino, seguindo sempre o exemplo dos evangelhos. Moltmann observa que, no Antigo Testamento, a frase “Dia do SENHOR” inspirava temor, mas no Novo Testamento, ela traz esperança, pois os autores conheceram e confiaram no Senhor à quem esse dia pertence.
Jürgen Moltmann, em uma única sentença, expressa a importante distância entre a Sexta-Feira Santa e Páscoa. Na verdade, isso é um sumário da história humana, passado, presente e futuro: “Deus chora conosco para que, um dia, possamos rir com ele”.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Fiquei pensando nisso quando li este texto se entendessemos que o poder vem não por formas de decretos, mas sim pelo respeito que as pessoas nos cultiva.
O poder alcançado por meio da força e da violência impõe uma autoridade forçada e não deliberada. Fico me perguntando porque fechamos os olhos para o óbvio. Porque rejeitamos o ensino daquele nos amou acima de tudo?
