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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Contemplar a alma avançando de potência em potência, considerar que ela deve brilhar para sempre com novas conquistas de glória e luzir para toda eternidade; que ela sempre somará virtude à virtude, conhecimento ao conhecimento; tudo isso carrega em si algo maravilhosamente agradável áquela ambição que é natural para a mente humana. Mais ainda, deve ser uma perspectiva que agrada ao próprio Deus ver a sua criação para sempre se embelezando aos seus olhos e aproximando-se mais dele, com graus de semelhança sempre maiores.

A alma considerada junto com o seu Criador é como uma daquelas linhas matemáticas que podem aproximar-se por toda a eternidade sem jamais poderem atingi-la.