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sábado, 30 de outubro de 2010

O sonho ainda vive, ainda arde o coração quando vem a mente a concretização do plano. Ainda se vê o brilho no olho e o palpitar do coração quando se faz os planos para que ele tome forma.

Me pergunto as vezes o porque de acharmos sem valor os sonhos das pessoas, o porque de julgarmos essas pessoas como loucas e iludidas. As noites em claro, os momentos de ansiedade, refletindo e desejando o sonho concretizado, o motivo que nos faz levantar cedo em uma dia de chuva e irmos em busca da realização dos nossos sonhos, os finais de semana passado sobre livros e cadernos não deve ser vão. As oportunidades que passam por nós ao longo do caminho, nos trazem esperança e certeza de que estamos no caminho certo. Aos que não sonham, deixo uma recomendação: SONHEM!

Porque não há vida sem sonhos, e se há, esta deve ser muito triste. Aos que sonham digo: Lute para vê-los concretizados, mesmo que essa luta dure toda vida... não desista! Acredite sempre que vale a pena.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Defendendo-se da frustração

O SEGUNDO inimigo [do acadêmico em tempos de guerra] é a frustração – o sentimento de que não temos tempo suficiente para terminar as coisas. Se eu lhe disser que ninguém tem esse tempo e que a mais longa vida humana faz de qualquer pessoa, em qualquer área do conhecimento, um iniciante, posso até parecer estar dizendo algo acadêmico e teórico. Você ficaria surpreso em saber o quão cedo começamos a sentir que a corda é bem curta, que são muitas as coisas para as quais, mesmo na meia-idade, somos obrigados a dizer: “É tarde demais para isso”, ou “Isso não é para mim”. Mas a própria natureza nos proíbe admitir esse tipo de experiência. Uma atitude mais cristã, que pode ser alcançada em qualquer idade, é deixar o futuro nas mãos de Deus. E é bom que façamos isso, porque a Deus pertence o nosso futuro, não importa se o deixamos em suas mãos ou não. Jamais confie, seja em tempos de guerra ou de paz, a sua virtude ou felicidade ao futuro. São mais felizes no trabalho aqueles que não levam os seus planos de longo prazo tão a sério e que, a cada instante, trabalham “como que para o Senhor”. Somos encorajados a pedir o nosso pão diário, e nada mais. O único tempo em que podemos cumprir qualquer tarefa ou receber qualquer graça é o presente.

C.S. Lewis

segunda-feira, 11 de outubro de 2010



São eles raridades mesmo?
Ainda existe um sonho em vc?
Está o ato de sonhar morto?
O que faremos para marcar a nossa geração?